sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

em um minuto...

Ela entrou no quarto e o beijou. Foi um beijo no silêncio.
Talvez tenha sido um dos melhores beijos dos últimos anos.
Um beijo que lembrou o primeiro.
Durou pouco tempo, mas foi intenso.
Ela simplesmente o beijou.
Deu-lhe um abraço e, depois, partiu.
Ele ficou sem ação.
Meio alegre. Meio surpreso.
Não conseguia entender aquilo que acontecera.
Levou os dedos à boca.
Passou-os pelos lábios, que ainda guardavam o gosto daquele beijo.
E ficou a pensar: era a solidão.

6 comentários:

  1. Palmas!
    Poeta é isso um misto de solidão
    com prata amolecida e desejo de beijos por toda vida.

    Um abraço

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  2. Profundamente poético!
    Poesia sintética com expressivo sentimento do mundo. Gostei!
    Abraços!
    Elizabeth

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  3. DE NEZANARDI, VIA E-MAIL:

    Oi Vinicius..... não liga não, o amor mesmo , aquele que machuca, dois na alma esse não acaba, pode acabar as aparencias, mas o amor que nos maltrata e doi esse fica, acabam-se as aprarencias para se dar uma satisfação a sociedade, , mas dentro de nós, ah! esse fica pra sempre...........

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  4. DE PADRE JORGE SAMPAIO, DA EDITORA SANTUÁRIO, VIA E-MAIL

    Ok! Obrigado pelo envio. Parabéns pelo lindo poema.

    Pe. Jorge Sampaio

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  5. Viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que surreal isso!!rs
    beijos e amei
    May

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  6. Covardia né Vini? rsrs Vamos dar as mãos...

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